POESIA – AS MINHAS CIDADES

 

Os caminhos infinitos,

a pá que arrasa a terra,

o céu que que se une ao horizonte;

tudo isto,

prova que as minhas alamedas,

pracetas e ruas

divergem

dos atalhos

que traçaste,

a régua e esquadro;

os mapas não coincidem,

até o sol,

as chuvas

diferem na essência

do modelo que almejas.

(…)

Talvez a lua

nos seja comum,

não sei,

apenas afirmo

que as plantas

das minhas

cidades

não cabem no cadastro dos teus campos,

o vórtice do tempo muda paulatinamente,

enquanto te afastas

dolorosa,

pisando os torrões,

sabiamente

vais na correnteza dos teus pensamentos…

 

Poesia de Jaime A.

https://soprodivino.blogspot.com/

 

Música

 

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